Fábrica de Ideias POAWEB

Muitas vezes ouvimos histórias sobre ideias que não saíram da mente do idealizador por falta de tempo, de incentivo ou mesmo porque seu potencial não foi avaliado da melhor forma por investidores. A frustração é ainda maior quando um idealizador tem sua ideia e quando tenta apresentá-la para empresas de desenvolvimento recebe uma negativa nos primeiros cinco minutos de conversa por não conseguir explicar como fazer dinheiro com a plataforma de forma efetiva.
 
Temos também as autodenominadas aceleradoras de startups, que inicialmente tinham a proposta de buscar investidores para ideias boas que não tinham concorrentes de mercado. Depois de um tempo eles começaram à buscar apenas quem já estivesse pronto para desenvolver o negócio, tendo um protótipo funcional pronto de uma ideia original que, mesmo com concorrentes, apresentasse um diferencial. Hoje em dia as aceleradoras não se interessam mais apenas em ideias ou protótipos, mas sim em negócios prontos e autossustentáveis que podem crescer se receberem investimentos e expandirem. No fim das contas, tudo que as aceleradoras buscam é o que chamamos de unicórnio, que é, em resumo, “algo extremamente inovador e altamente lucrativo”.
Porém isso tem um custo: entregar seu trabalho para investidores que inicialmente vão ajudá-lo mas que, no futuro, podem acabar desfigurando sua ideia e tomando conta do seu negócio, mandando nele mais do que o próprio idealizador. Isto, às vezes, pode ser pior que nem desenvolver a ideia, uma vez que tudo aquilo com o que ele sonhou acaba sendo substituído por funcionalidades diferentes ou atendendo à um objetivo completamente aquém do originalmente pensado.
Contudo muitas ideias deram certo com aceleradoras, e muitas Das grandes empresas do mercado de hoje um dia que receberam investimentos de outras empresas , e elas só se tornaram potências pois tinham liberdade para trabalhar e não precisavam responder diretamente à nenhum investidor na tomada de decisões em seus negócios. Um ótimo exemplo é a UBER, nascida em 2010, que recebeu investimentos de diversas fontes e, em seus oito anos de mercado, apenas expandiu seu atendimento para públicos diferenciados sem mudar seu modelo de negócio, mas apenas ajustando os parâmetros de atendimento de acordo com o público. Hoje a UBER atende desde o público de classe mais baixa (com as caronas de baixo custo do UberX) até o público mais rico com táxi aéreo com helicópteros nos Estados Unidos.
Agora perguntamos: que motivação um empreendedor de primeira viagem, sem recursos ou conhecimento técnico, tem de desenvolver sua ideia assim? E que segurança ele tem de apresentar sua ideia e de que seu conceito não seja usurpado e se tornar um grande negócio em questão de semanas? Nós, da POAWEB, já estivemos deste lado da mesa e podemos responder: quem é realmente empreendedor não entrega suas ideias para os outros para crescer, pois de nada adianta crescer se para isso temos de fugir do nosso conceito principal ou entregar nosso trabalho para outros usufruírem dele.
Por conta disso a POAWEB está iniciando seu programa Fábrica de Ideias: com ele queremos incentivar qualquer pessoa que tenha uma ideia à sentar e conversar conosco para discutir a viabilidade do projeto e como ele pode ser desenvolvido em termos administrativos, financeiros, de marketing e, principalmente, humanos: pois nenhuma ideia é boa se ela não traz algum benefício para a sociedade. Se o projeto for viável, vamos desenvolver a solução em parceria com o idealizador, sempre respeitando o conceito original da ideia.
E então: você tem uma ideia que possa ser desenvolvida em forma de App ou conhece alguém que tenha? Se sim, entre em contato conosco através do e-mail fabricadeideias@poaweb.com.br ou do nosso Facebook em https://www.facebook.com/poaweb/ para marcarmos uma rodada de conversas e entendermos o que você está pensando.

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